Escreva do seu jeito
Digite o que aconteceu com as suas palavras ou entre por um dos três caminhos. Sem menu complicado.
Querer proteger e saber como agir são coisas diferentes.
A criança não quer abraçar o tio. Conta que tem medo de alguém. Pede segredo. O Voz Protetora mostra o que dizer, como agir e quando buscar ajuda, na hora em que acontece, direto do seu celular.
Ela não quis abraçar o avô, e todo mundo ficou olhando para mim.
Insistir? Deixar? O que dizer para a família sem criar um clima?
Ele disse que tem medo do vizinho.
Você quer entender, mas não sabe o que perguntar sem assustar.
Me contou uma coisa e pediu segredo.
O que você responde nos próximos segundos faz diferença.
De repente, não quer mais ir para a escola.
Pode ser só uma fase. Pode não ser. Como saber?
Quer dormir na casa da amiga.
Você quer dizer sim, mas não sabe o que combinar antes.
Vai ganhar o primeiro celular.
Quais regras, que conversas, por onde começar?
Não é falta de amor. É que ninguém nos ensinou o que fazer nessas horas. O Voz Protetora existe para essa diferença entre querer proteger e saber como agir.
Você não precisa saber tudo. Precisa saber o que fazer agora.
Escreva do seu jeito, como “não quer abraçar” ou “pediu segredo”, ou escolha um dos caminhos.
Primeiro o próximo passo e quando buscar ajuda; depois o que pode estar acontecendo, o que dizer, como agir e o que evitar.
Cada orientação traz uma atitude possível para hoje. Sem pânico e sem deixar passar.
Para quando a situação já chegou e você precisa responder.
Ex.: contou que tem medo de alguém, recusou um abraçoPara conversar e combinar antes que a situação aconteça.
Ex.: primeiro celular, escola nova, dormir fora de casaPara construir proteção no dia a dia, sem nenhum problema à vista.
Ex.: falar sobre o corpo sem tabu, nomear sentimentosA criança não quer abraçar um familiar.
Ofereça à criança outras formas de demonstrar afeto (aceno, mandar beijo de longe, sentar ao lado) e deixe claro, para ela e para a família, que carinho não se cobra.
Esta é uma situação cotidiana e, na maioria das vezes, não exige buscar ajuda. Procure orientação de um profissional (psicólogo, pediatra) ou da rede de proteção se o desconforto com uma pessoa for intenso e repetido…
Não querer abraçar um familiar (avô, avó, tio, primo) é comum e quase sempre diz respeito ao momento da criança: timidez, cansaço, pouca convivência com a pessoa ou simplesmente não querer contato físico naquela hora.
“Você não precisa abraçar se não quiser. Prefere acenar ou mandar um tchau?”
Z · Zelar: respeite o limite na hora, ofereça alternativas e sustente essa escolha diante dos outros adultos.
Usar culpa, chantagem ou obrigar demonstrações de carinho (“o titio vai ficar magoado”, “abraça, senão...”).
Trechos da orientação, no texto do app. Linguagem prática, sem diagnóstico e sem alarmismo, sempre com uma atitude possível.
A frase certa, pronta para usar, em vez do silêncio ou da bronca.
Por quê: a primeira reação do adulto define se a criança volta a contar.
Nem pânico, nem “não deve ser nada”. Você entende o que merece atenção.
Por quê: exagerar assusta a criança; deixar passar a deixa sozinha.
Primeiro celular, escola nova, dormir fora: a conversa acontece antes da situação.
Por quê: proteger é mais fácil quando a criança já sabe que pode contar com você.
O app mostra quando e a quem pedir ajuda, com os canais da rede de proteção.
Por quê: proteger não é fazer tudo sozinho. É saber com quem agir.
Muitas orientações são do cotidiano: carinho, limites, conversas, sentimentos.
Por quê: proteção é presença e vínculo, não desconfiança de todo mundo.
Mostre a orientação para o pai, a avó ou a babá e combinem juntos.
Por quê: a criança fica mais segura quando os adultos agem do mesmo jeito.
O Voz Protetora fica no app Voz Pela Infância, em Meus produtos. Abre no celular, no tablet ou no computador, e pode ficar na tela inicial com o ícone do Voz Pela Infância.
Digite o que aconteceu com as suas palavras ou entre por um dos três caminhos. Sem menu complicado.
O que dizer, como agir, o que evitar e o porquê. Uma leitura curta, para usar na hora.
Os canais da rede de proteção, com o que cada um faz e quando procurar. Sempre a um toque, na barra de baixo.
Na hora de uma situação difícil, ninguém vai procurar link no e-mail. O Voz Protetora fica dentro do app Voz Pela Infância, em Meus produtos. Na tela inicial do seu celular, é só tocar no ícone do Voz Pela Infância.
Para a avó que lê melhor com letra grande, para quem prefere ouvir enquanto cuida da casa, para quem quer treinar em voz alta o que vai dizer à criança.
Para levar a proteção para a geladeira de casa e para conversar com quem cuida da criança quando você não está.
Ficha para preencher com os adultos de confiança da criança e os serviços da sua cidade.
Lista para conferir com quem vai cuidar da criança: antes, durante e depois.
Cartaz com frases para dizer à criança, para colar em casa.

Abra o bônus no app e toque em Imprimir. Pode imprimir quantas vezes precisar, para o seu uso.
Material de uso pessoal de quem é responsável por proteger crianças. Não reproduza, venda ou distribua sem autorização.
Garantia de 7 dias. Se o Voz Protetora não fizer sentido para você, peça o reembolso integral em até 7 dias após a compra, como garante o Código de Defesa do Consumidor para compras feitas pela internet. Para pedir, escreva para contato@vozpelainfancia.com.br.
Não. O Voz Protetora fica no app Voz Pela Infância, que abre no navegador do celular, do tablet ou do computador. No celular, use “Adicionar à tela inicial” para ter o ícone do Voz Pela Infância ao lado dos seus aplicativos e abrir com um toque.
Assim que o pagamento for confirmado, você recebe por e-mail o link para entrar. Para voltar quando quiser, abra vozpelainfancia.com.br e clique em Entrar (no topo do site ou em “Já comprou? Entrar”, no rodapé). Digite o e-mail usado na compra e use o link ou o código de 6 números que chegará na sua caixa de entrada (veja também o spam). O Voz Protetora aparece em Meus produtos. Os bônus ficam dentro dele, na área “Bônus para imprimir”.
Não. É um pagamento único de R$ 47, sem cobrança recorrente.
As orientações são organizadas por situação do dia a dia. Em algumas delas, você pode escolher a faixa etária da criança (até 6 anos, de 7 a 10 anos ou 11 anos ou mais) para ver a fala mais adequada. A escolha fica só no seu aparelho.
Use a busca com as suas palavras para encontrar a orientação mais próxima. Em Minha Voz Protetora, a postura Ver, Ouvir e Zelar ajuda você a pensar em qualquer situação. E em Preciso de Ajuda estão os canais da rede de proteção.
Sim. No alto das telas há o botão Ouvir, que lê o conteúdo em voz alta, e os botões para diminuir ou aumentar a letra.
Não. Ele orienta você no dia a dia e mostra quando procurar ajuda. Se houver relato da criança, violência ou suspeita, procure o Conselho Tutelar ou o Disque 100. Em risco imediato, ligue 190.
Você tem 7 dias de garantia. Se não fizer sentido para você, peça o reembolso integral dentro desse prazo, pelo e-mail contato@vozpelainfancia.com.br.
Na próxima vez, você vai saber o que fazer.
Toda infância precisa de proteção. Todo adulto pode ser Voz.
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